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quarta-feira, 13 de março de 2013

Pleonasmos podem ser usados, mas com cuidado para não exagerar.

Sabemos que toda lan house disponibiliza internet,
mas a redundância na placa atrai a atenção dos interessados.

Numa redação,
assim como na vida (veja o exemplo na foto), redundâncias são excelentes recursos para enfatizar uma ideia ou uma informação. No entanto, é preciso cuidado ao usá-las. 











Os pleonasmos não são sempre erros gramaticais. Há situações em que eles são propositais exatamente para dar ênfase ao que se quer dizer. Pleonasmos - ou "redundâncias" - com este objetivo são muito comuns nas expressões que usamos ou ouvimos no dia a dia: "vi com meus próprios olhos", "ele se suicidou", "saí fora", etc. No entanto, numa redação, principalmente dependendo do principal objetivo desta (sendo, por exemplo, uma redação com finalidade formal), é importantíssimo evitá-los.
O pleonasmo é uma redundância que, como se percebe nos exemplos acima, pode ser proposital ou não. Portanto, é uma figura de linguagem. Figuras de linguagem são estratégias usadas por quem escreve para facilitar ao leitor o destaque da ideia principal do texto. Os pleonasmos são figuras de linguagens muito presentes em canções, poesias, na linguagem popular, mas também podem ser importantes - dentro dos devidos limites - como recursos redacionais. Porém, o autor de uma redação precisa ter o cuidado de evitar os chamados "pleonasmos viciosos", que são tão comuns em muitos textos mas simplesmente sem utilidade, tais como "agora neste momento", "atualmente hoje em dia", "nunca jamais", "voltar atrás", etc. 

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