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quinta-feira, 29 de março de 2018

A Tergiversação

Muitos alunos
tergiversam

nas redações.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, Gilmar Mendes, usa muito o verbo "tergiversar". O historiador brasileiro Marco Antônio Villa também. Em termos jurídicos, a tergiversação é um dos crimes praticados contra a administração da justiça. Ocorre quando um advogado ou procurador judicial faz o chamado "jogo duplo", defendendo partes contrárias numa mesma causa. Quando o historiador ou outras pessoas usam o verbo tergiversar fora de seu significado jurídico, eles se referem ao ato de se utilizar algum fato como desculpa ou evasiva sem que o mesmo se justifique desta forma.
Fora do âmbito jurídico, a tergiversação é o ato de interpretar palavras ou textos inteiros propositalmente de modo contrário ao que eles dizem ou devido a conveniências, usando desculpas evasivas ou fugindo do tema. Numa redação no Exame Nacional de Ensino Médio, quando o texto do aluno foge do tema, causa a impressão de que ele está tergiversando, e esta é uma das razões pelas quais isto o faz perder pontos. 
A tergiversação ocorre quando, num programa de televisão, por exemplo, a resposta dada pelo entrevistado não tem relação com a pergunta que lhe fora feita. Esta é uma tática muito usada por certos políticos quando as perguntas são relacionadas a acusações contra eles. São respostas evasivas, com frases propositalmente com sentidos vagos, tentando usar subterfúgios para fugir do tema principal. 

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